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Manual do Viajante: 4 pratos típicos da culinária paulista que você deve experimentar

Viajar é um momento para viver novas experiências. Você já deve ter ouvido falar das interessantes oportunidades de negócios na cidade de São Paulo ou das praias exuberantes do litoral do estado. Mas já teve a chance de degustar a culinária paulista?

Ela é composta por pratos extremamente saborosos e com muita fartura. Geralmente, os pratos da culinária paulista usam ingredientes e são preparados com a influência de outras nacionalidades que fizeram parte da formação do estado durante o período histórico.

Quer conhecer alguns desses pratos? Acompanhe este texto e descubra 4 deliciosas dicas para se alimentar durante a sua viagem a São Paulo. Confira!

1. Sanduíche de mortadela

Esse é um dos pratos mais tradicionais da culinária paulista. Por ser tão importante e parte da história, é considerado patrimônio imaterial da cidade de São Paulo. Geralmente, os ingredientes usados são pão francês, queijo, mostarda, azeite e uma saborosa mortadela caseira.

Esse sanduíche pode ser encontrado em balcões de padarias e lanchonetes, mas é uma especiaria fundamental no Mercado Municipal de São Paulo. Pode ser servido para um bom café da manhã, almoço rápido ou apenas para encher a barriga depois de uma balada.

2. Bauru

O prato recebe esse nome, simplesmente, pelo fato de ter sido criado na cidade de Bauru, no interior de São Paulo. Mas a fama já ganhou todo o país. Os ingredientes são pão francês, rosbife em fatias, queijo, tomate e alface.

Em alguns casos, pode-se colocar picles e orégano, a depender da região ou gosto do cliente. O bauru é encontrado em lanchonetes e restaurantes e com um preço bastante convidativo. É uma ótima sugestão para o seu manual de viajante durante o passeio.

3. Comida árabe à Paulista

Durante o período da imigração no Brasil, especialmente no século XX, muitos árabes se instalaram no estado de São Paulo. Com a chegada desse povo, a culinária sofreu modificações de acordo com a cultura local.

Por isso, surgiram pratos de origem árabe, mas com um toque especial paulista. Um deles é a esfirra. Com origem na Síria e no Líbano, em nossas terras esse prato ganhou recheio de carne e queijo e caiu no gosto dos paulistanos. Experimente como um petisco em um happy hour!

4. Carne assada

Os gaúchos não são os únicos famosos pelo gosto saboroso de um churrasco. Na culinária paulista você também pode encontrar deliciosas carnes assadas. É possível degustar cortes premium — o mais popular é a picanha — temperados e grelhados, além de carne de porco, cordeiro e javali.

Ao saborear uma bela carne assada à paulista, certamente, você não vai precisar se preocupar com a alimentação durante a viagem. Isso porque as porções de carne em São Paulo são servidas com grande generosidade.

Esses foram alguns dos pratos típicos da culinária paulista. O Estado de São Paulo também recebeu fortemente a imigração de italianos. Com isso, houve modificações na cozinha italiana para misturar ingredientes brasileiros nas comidas vindas da Itália. Nesse sentido, não deixe de experimentar uma boa macarronada e pizza nas terras paulistas.

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Cardápio para eventos: 6 dicas para acertar!

De todos os itens envolvidos na organização de um evento, o cardápio é o item mais complexo e de maior relevância da lista de afazeres. Garantir a satisfação ao servir refeições saborosas, fartas e de qualidade é uma missão que exige planejamento e boas escolhas.

Quando se trata de eventos corporativos, a expectativa é ainda maior, afinal de contas, um evento desses costuma ser bem impessoal e amplo, gerando dúvidas quanto à escolha das refeições a serem servidas.

Todavia, é possível elaborar um excelente cardápio para eventos analisando alguns itens a seguir. Confira:

1. Conheça o evento

A maneira mais assertiva para escolher as refeições que serão servidas em um evento é saber qual a sua finalidade. Existem diversos tipos de reuniões, como treinamento de pessoal, premiações, confraternizações, entre outras. Para cada tipo de evento, é possível criar um cardápio que atenda às exigências daquele momento.

2. Observe o horário do evento

Leve em consideração que há muitas pessoas que cumprem uma rotina regrada de refeições ao longo do dia. Dessa forma, o cardápio deve acompanhar a agenda do evento ao mesmo tempo em que respeita os horários. Uma reunião que se inicia às 8h, por exemplo, deve recepcionar seus convidados com um bom café da manhã.

Se essa reunião tem previsão para terminar às 14h, contudo, você deverá oferecer não apenas o café da manhã, mas também um brunch e, até mesmo, um almoço. Para eventos no período da tarde, um coffee break é uma ótima opção — neste caso, frutas, iogurtes, pães, frios, sucos e café preto são itens simples e de grande aceitação.

Já o período noturno costuma ser mais fresco, o que torna possível montar desde cardápios lights até os mais calóricos e sofisticados.

3. Adapte o cardápio ao clima

As condições climáticas também devem ser observadas. Lugares mais quentes pedem pratos mais leves, como saladas, carnes grelhadas, suflês, quiches, tortas e frutas. Já um lugar mais frio sugere opções mais elaboradas, com pratos quentes e mais requintados – caldos, massas, molhos e peixes são boas alternativas para essa situação.

4. Considere a faixa etária dos convidados

Em eventos mais joviais, é possível deixar de lado os cardápios tradicionais e inserir novidades como finger-food e iguarias estrangeiras. As novidades abrilhantarão o seu evento, aguçando a curiosidade de seus convidados. Por outro lado, pessoas mais maduras, geralmente, preferem comidas leves, com baixo teor de gordura e sal.

5. Aposte na praticidade

Se o seu evento não conta com a infraestrutura ideal para preparar e manter os alimentos frescos, o melhor a se fazer é optar pela praticidade. Comece eliminando do cardápio os peixes e os frutos do mar — são carnes mais perecíveis que, se não forem refrigeradas adequadamente, podem estragar. Aposte em refeições que possam ser pré-elaboradas, como assados, grelhados, saladas e lanches naturais.

6. Estime a quantidade de alimentos

Existem vários aplicativos que podem lhe ajudar a calcular a quantidade de comida e bebida a serem servidas em um evento. O fato é que, quanto mais diversificado o cardápio for, mais você deverá investir no número de alimentos, para que as opções não acabem.

Em regra, os cálculos gerais estimam que a quantidade de comida a ser acrescida varie entre 15% a 20%, já contando com imprevistos. Faça o cálculo adequado e evite desperdícios. Caso sobrem refeições, considere doá-las — o sucesso de um evento pode ter a ver, também, com sua pós-produção.

Conseguiu ter boas ideias com o nosso post? Compartilhe-as conosco, deixando suas considerações nos comentários!

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Como fazer um cardápio vegano e vegetariano?

Ao organizar um evento, seja ele corporativo, aberto ao público ou para convidados selecionados, é preciso elaborar um cardápio tendo o cuidado de oferecer opções que atendam ao paladar de todos os presentes — não somente com relação ao sabor, mas também às restrições alimentares. Em 2012, de acordo com pesquisa do Ibope, 8% da população brasileira declarou-se vegetariana, e este número vem crescendo desde então.

Se a ideia é apresentar um evento de sucesso, o cardápio e as bebidas oferecidas precisam ser bem planejadas, e para entender como fazer um cardápio que atenda ao público vegano e vegetariano, é preciso conhecer um pouco mais sobre eles.

Diferenças entre Vegano e Vegetariano

Bom, de maneira geral, os vegetarianos são aqueles que não consomem nenhum tipo de carne (frango, peixe e frutos do mar), mas podem ainda ser divididos em três categorias:

  • Os ovolactovegetarianos são vegetarianos que incluem em sua alimentação ovos e laticínios, como iogurte e queijo, e são o estilo mais encontrado de vegetarianos. Em grande parte dos casos, a escolha de não se alimentar com nenhum tipo de carne é por compaixão aos animais.
  • Os lactovegetarianos são vegetarianos que, além de não consumirem nenhum tipo de carne, não consomem também ovos, mas que permanecem com o consumo dos laticínios e derivados.
  • Os vegetarianos estritos são vegetarianos que não consomem nem ovos, nem laticínios.

Por sua vez, os veganos são aqueles que não consomem carne, ovos, laticínios, nem nada de origem animal, como o mel, por exemplo. Além disso, não utilizam nenhum produto que gere exploração ou sofrimento animal; ou que tenha qualquer ingrediente ou insumo de origem animal; ou que tenha sido testados em animais. Isso inclui a alimentação, vestuário, entretenimento, e todas as área de suas vidas.

Essa opção pode estar relacionada à ética, religião e ideologias, mais do que somente a uma dieta ou restrição alimentar.

Como montar um cardápio completo

Agora sim, para montar um cardápio para o seu evento que atenda todas essas classes, é preciso apostar em: vegetais, frutas, leguminosas, hortaliças, oleaginosas, sementes e cereais integrais.

Existem também produtos veganos disponíveis no mercado, que são aqueles que não contém nenhum ingrediente de origem animal em sua composição, mas é preciso estar atento a presença dessa informação na embalagem. Se a ideia é fazer algo mais prático, o ideal é apostar em opções com ingredientes naturais.

Com a retirada da carne, dos ovos e do leite, a ingestão de proteína pode ficar comprometida, então o ideal é associar leguminosas como feijão, lentilha e grão de bico, e cereais como arroz integral, milho, aveia, trigo, etc. Vale investir também na quinoa, que é o único cereal que possui todos os aminoácidos essenciais.

Exemplos de opções que podem ser oferecidas

Agora que você já sabe o que está liberado para veganos e vegetarianos, é preciso pensar qual será a refeição oferecida no evento para adaptar melhor o cardápio. No período matutino, se optar por fazer um café da manhã, ou um coffee break, uma salada de frutas é uma boa opção — combine com aveia e sementes para adicionar mais sabor. Oferecer um mix de sementes e oleaginosas também é ótimo.

Se o seu desejo é oferecer uma refeição elaborada, como um almoço ou jantar, lembre-se de valorizar bastante o buffet de saladas, e dispor os ingredientes restritos a essa dieta, separadamente. Exemplo: uma salada de folhas verdes, você pode oferecer lascas frango em um refratário anexo. O mesmo vale para o feijão, se tiver algum complemento carnívoro, como bacon ou calabresa. Outra dica é acomodar ao lado de cada prato, a lista de ingredientes utilizados, já que existem diferentes tipos de restrição alimentar, como já vimos. De sobremesa, frutas desidratadas e cristalizadas são também uma ótima opção.

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Bebidas para eventos: como escolher, calcular e servir?

Ao organizar um evento, é importante que você se dedique a pensar em cada detalhe para que seus convidados se sintam bem e confortáveis durante toda a sua execução. Entre tantos possíveis, uma atenção especial deve ser dada ao buffet, já que ele é um dos pontos que mais chamam a atenção dos convidados, bem como é um dos responsáveis por mantê-los interessados no evento.

Nesse contexto, não importa somente a escolha das comidas, mas também os tipos de bebidas que serão servidas. Além disso, o número de convidados é um ponto que estabelece a quantidade que precisa ser encomendada de cada produto. Dos diversos tipos de evento, os corporativos são os que mais previamente têm estipulado quantos são os participantes, o que contribui para mensurar tudo que será necessário.

Fizemos este post para mostrar como escolher as bebidas para cada evento, como calcular a quantidade certa e qual é a melhor forma de servi-las. Confira!

Como escolher bebidas para eventos?

A escolha das bebidas que serão oferecidas deve levar em conta alguns critérios específicos para diminuir as chances de erro.

Pense no perfil da ocasião

Um primeiro ponto para definir quais bebidas serão servidas é pensar no perfil do evento. Festas mais formais pedirão bebidas mais sofisticadas, que atendam ao gosto dos participantes. Já em encontros mais casuais, pode-se optar por bebidas e drinks mais simples.

Além disso, é preciso pensar também na harmonização das bebidas alcoólicas com a comida que será servida. Em caso de refeições completas, pode ser de bom tom servir um vinho como acompanhamento, seguindo as combinações para cada um dos tipos da bebida.

Licores também podem ser servidos pensando em harmonização com a sobremesa. Em caso de petiscos e refeições mais leves, pode-se usar bebidas como cerveja, frisantes e outras bebidas mais suaves.

Drinks podem ser uma sacada curinga que servem para ambos os perfis. Além disso, caso seja uma festa mais dançante, pode também ser incluído o uso de energéticos. Independentemente do perfil do evento, essas três bebidas não podem faltar em qualquer buffet: água (com e sem gás), refrigerantes e sucos, pois são neutras e servem pessoas de todas as idades.

Considere a época do ano

Caso você vá fazer o evento em um período mais frio (outono-inverno), é uma boa ideia escolher bebidas quentes, como conhaque, vinhos, whisky, vodka, entre outros. Isso porque bebidas destiladas costumam esquentar mais facilmente os convidados.

Caso a reunião seja em um período mais quente, bebidas mais refrescantes, como cerveja e drinks gelados, são as melhores opções, já que seus convidados tendem a sentir mais calor e a buscar bebidas que saciem mais rapidamente a sede.

Como calcular a quantidade ideal?

Para saber a quantidade de bebida que deve ser adquirida é interessante que você saiba de antemão o número de convidados confirmados para o evento. Esse cálculo é de extrema importância, pois, caso faltem bebidas, será muito desconfortável e deselegante para os convidados.

Eventos corporativos conseguem prever com mais facilidade quantos são os convidados durante os primeiros contatos das negociações com buffets e demais fornecedores. Além disso, dificilmente esse dado é alterado. Por serem eventos destinados a números exatos de pessoas, contribuem para a definição do cardápio desde início do planejamento. Um cálculo-base para um evento de 4 horas de duração é o seguinte:

  • 600ml de refrigerante por convidado;
  • 600ml de suco por convidado;
  • 200ml de água por convidado;
  • 01 garrafa de cerveja (600ml) por convidado;
  • 4 litros de drinks de frutas para cada 20 convidados;
  • 01 garrafa de vinho para um grupo de 3 convidados;
  • 01 garrafa de espumante para 7 convidados;
  • 01 garrafa de vodka para cada 3 convidados;
  • 01 garrafa de whisky para cada 10 convidados.

É importante lembrar que, independentemente do porte do evento, se a duração for maior, deve-se aumentar proporcionalmente os valores, considerando as quantidades para cada convidado e que serão ofertadas todas as opções listadas.

A escolha das bebidas para eventos deve ser pensada visando a um resultado eficaz e condizente com a necessidade e a formalidade da ocasião. Se a opção para 50 participantes for a de servir 5 diferentes tipos de bebidas, a quantidade de cada uma delas será menor do que se fossem ofertadas apenas 3 variedades.

Uma outra informação que pode auxiliar no cálculo das bebidas é ter o conhecimento da faixa etária dos integrantes do evento. Pessoas mais jovens tendem a ingerir mais bebidas alcoólicas se comparadas às mais velhas — até mesmo seus gostos são distintos. Enquanto o primeiro grupo opta por cerveja e destilados, o segundo costuma consumir mais vinhos e whiskys.

Como servir adequadamente as bebidas?

Cada tipo de evento requer uma forma de dispor as bebidas. A maneira como os produtos são ofertados pode indicar um teor mais ou menos formal para a ocasião.

Em seminários ou workshops, quando existem pequenas pausas para lanches, é muito comum a escolha do buffet americano. Nesse caso, os convidados vão até uma mesa na qual são postos os petiscos que podem ser consumidos com as mãos (como canapés e pequenos salgados). As bebidas, por sua vez, ficam dispostas em jarros ou suqueiras para que os próprios participantes possam se servir.

Os eventos com a opção de coquetel, costumam ter garçons oferecendo a maioria das bebidas, podendo, alguns dos tipos, serem requisitadas no bar ou estarem postas às mesas dos convidados (em casos que a eventualidade conte com a presença do mobiliário).

Os jantares, por sua vez, contam com copeiros para a oferta de todos os tipos de bebidas em cada uma das mesas. Além de contar com pratos completos, é possível que tenha um coquetel como entrada. Via de regra, segue-se a seguinte disposição, podendo variar de acordo com o cerimonial e perfil da festa:

  • água: disposta em jarros, podendo ser deixada na mesa ou ofertado por garçons;
  • sucos e refrigerantes: também em jarras ou em copos já completos sendo servidos por garçons durante o evento;
  • energéticos: servidos no bar;
  • cervejas: servidas no bar ou diretamente nas mesas, entregues pelo garçom (em alguns casos, são deixadas as garrafas nas mesas dos convidados);
  • vinhos: deixadas as garrafas com os convidados na mesa (em caso de jantar) ou servidos pelos garçons;
  • espumante e champanhe: servido pelos garçons ou deixadas as garrafas nas mesas dos convidados;
  • destilados: servidos no bar (sendo comum que, apenas a garrafa de whisky seja deixada na mesa dos convidados);
  • licores: mesas de café da manhã ou entregues pelos garçons no momento da sobremesa;
  • drinks: servidos no bar.

De modo geral, o teor de formalidade de um evento está ligado à estruturação do serviço de alimentos e bebidas. É considerado um evento mais formal se os convidados são servidos à mesa, com pratos mais elaborados e diversos tipos de bebidas, por exemplo. Enquanto um evento mais informal conta com a disposição dos produtos em uma mesa, em que o próprio convidado se serve.

Gostou das dicas? Foram suficientes para nortear suas escolhas de bebidas para eventos dos diferentes tipos? Então, que tal curtir nossa página no Facebook? Com isso, você terá acesso a orientações como essas assim que publicarmos. Esperamos poder contribuir com suas decisões e com a excelência de seu trabalho.

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Comida para eventos corporativos: quais as melhores opções?

Cursos, comitês ou reuniões de trabalho: quase sempre há um momento para tirar uma pausa, não é mesmo? Além de ser propício para a degustação das comidas para eventos corporativos, esse intervalo também proporciona a interação dos convidados, que aproveitam para confraternizar e compartilhar opiniões.

Lembre-se de que a refeição é utilizada como um elemento de união e por isso deve ser bem planejada. Afinal, o intuito aqui é gerar boas lembranças para o público. A escolha deve ser feita com critério, considerando a diversidade de gostos e particularidades dos convidados.

Por isso, separamos algumas sugestões de como escolher comida para eventos corporativos sem erros! Acompanhe.

Conheça o público

Alguns eventos corporativos são fechados e voltados somente para os representantes e colaboradores da empresa, pois são uma espécie de treinamento interno. Já em outros momentos, é comum que a confraternização tenha um caráter mais festivo, expandido-se também aos familiares e pessoas de fora do círculo de trabalho.

Sabendo disso, é importante conhecer com antecedência as características do público que vai ao evento. Haverá crianças presentes? A predominância é de jovens ou pessoas mais velhas? Faça essas perguntas antes de definir seu cardápio.

Ofereça uma variedade de comidas para eventos corporativos

Embora você se esforce, existem certas questões que são quase impossíveis de descobrir, como a preferência gastronômica de cada convidado. Sendo assim, a dica é apostar na variedade dos alimentos que são base para a maioria dos pratos.

Sirva, por exemplo, 3 tipos de carne. Assim você agradará tanto aqueles que só comem proteína vermelha quanto aqueles que preferem frango ou peixe. Nos carboidratos, não ofereça massas com arroz ou batatas para não sobrecarregar a composição do prato. Também é bom variar na quantidade de saladas.

Considere hábitos alimentares especiais

Por opção própria ou por questão genética, algumas pessoas podem apresentar hábitos alimentares diferentes. Estão nesses grupos os alérgicos e intolerantes a determinados alimentos e substâncias como amendoim, leite, glúten, e também os vegetarianos ou veganos.

Para garantir que ninguém se sinta prejudicado ou ainda sofra um acidente com a ingestão de comida inadequada, é importante incluir pratos alternativos nos eventos corporativos. Na hora de servir, é interessante manter um papel ao lado com a descrição da receita, para que os convidados façam sua escolha.

Conheça as opções de buffet para eventos corporativos

Desde um simples lanche até um prato sofisticado: fato é que existem inúmeras opções de comidas e buffet para eventos corporativos e cada um deles tem a sua particularidade. Para entender melhor sobre o assunto, veja as principais alternativas de buffet.

Coffee break

Quando se fala em evento corporativo, esse estilo é, possivelmente, o primeiro que vem à mente, certo? O coffee break nada mais é do que um lanche oferecido entre os intervalos de atividades — seja de cursos, seja de palestras ou até mesmo reuniões.

Vale destacar que essa opção apresenta uma oportunidade exclusiva de interação entre todos os convidados e palestrantes. Não à toa, o coffee break é indicado para eventos que visam expandir o networking.

Finger Food

Esse serviço chegou com tudo no mundo corporativo devido a sua praticidade. O finger food consiste em pequenas porções e petiscos que não necessitam de talheres, nem pratos. É isto mesmo: o público pode pegar a refeição com a mão. Quer alguns exemplos? Mini sanduíches, canapés e espetinhos, por exemplo, são ótimas alternativas

O serviço estilo finger food, normalmente, é destinado a eventos mais descontraídos e com um público descolado.

Coquetel

Outro queridinho no universo dos negócios é o serviço de coquetel. Sabe aqueles eventos mais formais, que exigem requinte? Pois, então, o coquetel se encaixa perfeitamente nesse cenário. Além de comidas e bebidas sofisticadas, nesse formato é comum ter ao menos um garçom circulando pelo ambiente.

Brunch

Não há como falar em buffet para eventos corporativos sem citar o brunch, que é um tipo de serviço de alimentação com origem britânica. A sua proposta é simples: unir o café da manhã com o almoço, por meio de uma só refeição. Não à toa, no brunch é disponibilizado tanto bolos, sucos, leite e salgados, como tortas e panquecas, além — é claro — de bebida alcoólica.

Welcome coffee

Em tradução literal welcome coffee significa café de boas-vindas. Como se pode imaginar, esse serviço é para receber os convidados para o evento e, normalmente, tem uma duração rápida. O cardápio é bem enxuto, contando apenas com itens básicos, como suco, café e biscoito.

Buffet americano

Não conhece o buffet americano? Ele também é nomeado como self-service. Tradicional no Brasil, esse estilo de buffet engloba uma extensa variedade de alimentos que ficam expostos em mesas para que os convidados sirvam à vontade. Isto é: eles vão pegar apenas aquilo que gostam.

Assim como o estilo finger food, o buffet americano é ideal para eventos informais. Vale destacar que nesse formato existe a possibilidade de filas serem formadas em torno das mesas.

Buffet à francesa

Que tal preparar um prato especial, deixando que o garçom leve a refeição aos participantes? Gostou da ideia? Essa é a proposta do buffet à francesa, que é utilizado principalmente em eventos que não abrem mão da formalidade. Para não ter erro, pense em mais de uma opção de prato, que vai agradar aos diversos paladares.

Além do mais, lembre-se de que esse tipo de serviço contempla ainda uma entrada e, pelo menos, dois tipos de sobremesa.

Entenda as possibilidades de acordo com para cada momento

Além de considerar o gosto do público e os tipos de buffet disponíveis, muitas pessoas costumam definir o cardápio do evento de acordo com o clima e horário em que será servido. Confira abaixo.

Manhã

Eventos matutinos pedem refeições leves e cheias de energia, no estilo coffee break. Ofereça opções como bolos, biscoitos, salada de frutas e torradas com geleias, além de salgados assados.

Os itens que podem variar conforme o clima são as bebidas. Além de o brasileiro não abrir mão do café, ele é perfeito para os dias de inverno e pode dividir lugar com uma variedade de chás ou chocolate quente. Em dias muito com temperaturas mais altas, sucos naturais são mais apropriados.

Tarde

No fim da tarde, o gasto energético é maior e dá lugar ao sono e cansaço, o que pede comidas mais elaboradas e acompanhadas do tradicional café. Para motivar o grupo, ofereça um amplo leque de salgados como pão de queijo, empadas, sanduíches, pasteizinhos ou espetinhos. Os doces podem ser mais elaborados, como tortas, cupcakes e bolos recheados.

Noite

O período da noite quase sempre pede um jantar bem desenvolvido, com pratos quentes completos acompanhados de bebidas. Ainda assim, nada impede que petiscos em pequenas porções substituam as tradicionais comidas para eventos corporativos. Nesse sentido, você pode optar tanto pelas receitas com massas e carnes quanto pelas porções típicas de uma comida de boteco.

Sempre que for programar o buffet para eventos corporativos, analise se a estrutura do ambiente comporta as necessidades de preparo, como fornos e refrigeradores, pois isso pode determinar a troca do cardápio ou até mesmo do local alugado.

Fato é que não existe uma fórmula mágica para escolher os tipos de comidas para eventos corporativos. Para obter êxito nessa tarefa, é necessário compreender melhor a proposta e estilo da cerimônia, além —é claro — de atentar para o horário de realização. Lembre-se ainda de que a escolha do ambiente faz toda a diferença para o sucesso desse momento.

Quer esclarecer algumas dúvidas e conhecer opções de hotéis para realizar o seu evento corporativo? Entre em contato conosco, será uma satisfação atendê-lo.

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Frisante, espumante e champagne: entenda as diferenças

Algumas bebidas costumam ser reservadas para ocasiões especiais, é o caso do espumante, do frisante e do Champagne, muito consumidos em comemorações como festas de aniversário, casamentos e formaturas. No entanto, apesar de estarem sempre presentes nas mesas das pessoas, poucos realmente sabem a diferença entre essas 3 bebidas provenientes da uva, que são facilmente confundidas.

É importante entender que cada uma delas é produzida de forma única e que sua nomenclatura segue princípios estabelecidos há muito tempo.

Se você deseja aprender um pouco mais sobre o universo vinícola, conheça aqui as principais características dos frisantes, espumantes e do Champagne.

Frisante

O vinho frisante contém pouco gás carbônico se comparado ao espumante. Isso porque, na sua produção, é realizado um único processo de fermentação. Além de terem pouco gás, os frisantes também não contêm espuma. Os tipos mais conhecidos são produzidos na Itália e são chamados de Lambruscos.

No Brasil, apesar de os frisantes serem facilmente encontrados, as cidras ainda são mais populares. Entretanto, a diferença entre essas duas bebidas é que, enquanto o frisante tem gás carbônico proveniente da própria fermentação, na cidra o gás é adicionado de forma artificial. Por isso, o consenso é que a cidra não pode ser considerada um tipo de frisante.

Espumante

O espumante é um vinho com gás carbônico proveniente da segunda fermentação de um vinho já fermentado. Ou seja, não contém gás carbônico adicionado artificialmente. Esse tipo de vinho é produzido em diversos países, inclusive no Brasil, sendo a França um dos maiores produtores. Os espumantes podem receber outras denominações de acordo com os diferentes métodos de fabricação utilizados. Conheça:

  • Prosecco: natural da região do Vêneto, na Itália, local onde há muitos espumantes e vinhos brancos de qualidade, nas sub-regiões de Conegliano e Valdobbiadene;
  • Cavas: produzido na Espanha, na região da Catalunha e de Penedés, local com clima suave, trazendo um sabor adocicado;
  • Asti: é um vinho mais adocicado e com baixo teor alcoólico, elaborado com a uva Moscato. Este espumante recebe um tratamento especial, já que, durante sua fabricação, o processo é interrompido assim que atinge os teores de álcool e açúcar adequados. Ele é encontrado na região de Asti, em Piemonte, Itália.

Champagne

O Champagne é um tipo de espumante produzido na região de mesmo nome, localizada a 150 quilômetros de Paris. Assim, o nome Champagne é na verdade uma denominação de origem controlada, ou seja, apenas os vinhos produzidos nessa região e de acordo com métodos de produção específicos podem receber essa nomenclatura.

Sua produção é uma das mais elaboradas e complicadas do mundo vinícola, sendo autorizadas apenas as uvas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. A segunda fermentação do Champagne é feita na própria garrafa e o tempo de envelhecimento varia de 15 meses a 3 anos.

Os diversos tipos de vinhos, como frisante, espumante e Champagne, sempre farão parte da vida daqueles que apreciam uma bebida de qualidade, sendo excelentes na harmonização com diferentes pratos. Para conhecer excelentes opções gastronômicas, acesse o site e não deixe de assinar nossa newsletter!

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Água aromatizada: como fazer e como servir

O corpo humano demanda uma boa hidratação para se manter ativo e funcionando corretamente. Transformar o consumo recomendado de água em um hábito pode ser fácil se você pensar nos benefícios que o líquido traz ao corpo, mas e se nesse cuidado você ainda puder desfrutar de aromas e sabores variados? Pois é o que promete a água aromatizada! Saiba agora como fazer e servir essa delícia refrescante!

Os benefícios da água aromatizada

A água aromatizada é uma receita que consiste em acrescentar frutas, legumes, ervas e sementes em uma jarra com água purificada. É especialmente indicada para quem deseja incluir mais sabor no consumo diário da bebida ou aproveitar os benefícios das vitaminas e minerais contidos nos produtos acrescentados.

A vantagem dessa bebida para a saúde ocorre é que os compostos ativos de cada ingrediente são mantidos na água aromatizada durante muito tempo, garantindo uma ingestão rica em nutrientes a qualquer momento do dia.

O resultado, além do sabor variado, vem na forma de mais energia e disposição e no auxílio da digestão. A bebida também ajuda a combater os radicais livres e toxinas presentes no organismo, além de, claro, proporcionar uma hidratação saudável.

Existem diversas opções de receita, e cabe a você combinar os ingredientes de acordo com o gosto desejado. Na hora de escolher a composição da bebida, pense também nos benefícios nutritivos de cada fruta, erva ou legume adicionados.

Como fazer água aromatizada

Para fazer a água aromatizada, você vai precisar de uma jarra ou pote de vidro esterilizado com tamanho adequado para a quantidade a ser consumida. Escolhido o recipiente, adicione a água mais os ingredientes de sua preferência, lavados e cortados em cubos, e deixe a mistura descansar por pelo menos 3 horas em temperatura ambiente.

Se preferir a bebida gelada, pode deixar a água no refrigerador ou colocar cubos de gelo. Se possível, tampe o recipiente para evitar que insetos caiam na água e também para potencializar a concentração dos sabores.

Aos que preferem um toque bem leve de sabor na água, a dica é colocar somente uma fruta da sua preferência com um ramo de menta ou hortelã. Se, por outro lado, quiser adicionar notas mais acentuadas ou até picantes, vale misturar fruta com legumes e especiarias variadas. Experimente combinações de gengibre com limão, carambola com alecrim ou laranja com canela.

Para evitar o desperdício, não se esqueça de aproveitar esses ingredientes posteriormente em outras receitas, como bolos, mousses e salada de frutas. Para todos os preparos, procure macerar uma parte das sementes e ervas para que liberem mais sabor na água, e só depois inclua os demais ingredientes. Depois de testar várias receitas, crie ou improvise suas próprias combinações!

Onde e como servir a bebida

Os benefícios da água aromatizada não são só para o paladar e hidratação. Por ser preparada com ingredientes naturais e frescos, ela é também muito bonita e pode ser usada na decoração de mesas e bancadas.

Para isso, você dispõe de uma variedade enorme de frutas e legumes, todos com suas cores e sabores específicos. Para complementar o conjunto, as ervas em ramos e sementes menores dão um toque especial e se misturam facilmente na bebida com um aspecto muito atrativo.

É por isso que a água aromatizada também tem sido muito utilizada em eventos festivos e de confraternização, como um complemento das bebidas e como um elemento decorativo com belo efeito visual.

Se quiser servi-la nesses momentos, a dica é sempre usar um recipiente de vidro transparente, pois assim você mostrará todo o conteúdo colorido e diversificado da bebida. Isso também faz com que os convidados do evento identifiquem com mais facilidade os ingredientes que compõem cada água aromatizada, a fim de escolherem a preferida.

E você, já provou água aromatizada ou tem interesse na bebida? Conte-nos o que achou nos comentários!

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Sal de ervas: aprenda como fazer!

Ao longo dos anos, o homem aprendeu a preparar seus alimentos com diferentes técnicas para garantir a facilidade de consumo e, principalmente, intensificar os sabores dos pratos. Nas receitas salgadas, é comum que quase todo produto vá para a panela acompanhado de muito sal e, raramente, alguma especiaria.

Você pode até dizer que é um hábito inofensivo, mas saiba que a ingestão excessiva de sódio aumenta cada vez mais os casos de problemas de saúde. Quer ficar longe das consequências? Então conheça o sal de ervas, um bom substituto, e aprenda a fazê-lo em casa!

O que é sal de ervas e para que serve

O sal de ervas é um tempero culinário feito a base de ervas frescas ou secas e especiarias variadas, utilizado como alternativa ao sal comum para incrementar o gosto dos alimentos. Cada vez mais, essa mistura é utilizada na dieta de pessoas que procuram diminuir a ingestão diária de sódio sem perder qualidade de sabor e aroma.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a quantidade diária recomendada de sódio corresponde a aproximadamente 2,4 g, mas o brasileiro chega a consumir o dobro disso. Como consequência do abuso do tempero no prato, a população tem maiores chances de sofrer com pressão alta, inchaço, AVC, pedras nos rins, infarto e até mesmo envelhecimento precoce. Nessa situação, adotar ingredientes mais leves e naturais nas receitas é a saída para aumentar a expectativa de vida sem sacrifícios.

Possibilidades e benefícios do sal de ervas

Apontado como um dos vilões da boa saúde, o sal é um ingrediente difícil de ser retirado da dieta. Estamos tão acostumados com sua presença na comida que, na sua ausência, o alimento parece nem ter gosto. Então, qual é a saída? O melhor a se fazer é reduzir aos poucos o seu consumo enquanto se adapta ao uso de novos ingredientes.

Com o sal de ervas, você descobre novos sabores e acostuma o paladar com as características de cada item adicionado no prato. Além disso, acrescenta mais cor e texturas nas receitas para torná-las mais atrativas ao olhar.

O tempero pode ser utilizado em carnes, molhos e saladas, permitindo a você escolher a composição de acordo com a preferência e melhor combinação com cada receita. É possível aproveitar as ervas secas que são armazenadas por mais tempo na despensa, mas, sempre que possível, escolha os ramos e folhas de erva ainda frescos.

Com isso, você adquire o máximo de seus sabores e componentes bioativos, que atuam como anti-inflamatórios e antioxidantes no organismo. Com a substituição do sal comum sendo realizada aos poucos, você dá tempo ao corpo para se acostumar e passa a ter mais satisfação com os produtos frescos e naturais.

Como fazer em casa

Não existe um segredo para fazer sal de ervas, já que as receitas são preparadas de acordo com o gosto pessoal e necessidade do ingrediente no prato. Lembre que o objetivo principal é evitar o uso excessivo do sal comum com a ajuda das ervas.

Sabendo disso, trouxemos 2 opções de preparo que você pode fazer em casa e incrementá-la como achar necessário. Veja:

Sal de ervas simples

Use 1 colher de sopa para cada erva: alecrim, manjericão, salsinha e orégano. Misture-as e acrescente meia xícara de sal light, que contém menos sódio e mais potássio. Bata todos os ingredientes no liquidificador e armazene a mistura em um pote de vidro com tampa. Mantenha o recipiente em local seco e fresco até usá-lo completamente.

Sal de ervas para assados

Use a medida de colher de sopa para cada ingrediente: 1 colher de coentro (grão ou pó), 1 colher de mostarda (grão), 2 colheres de cravo, 2 colheres de pimenta do reino branca (grão), 3 colheres de manjericão, 4 colheres de louro em pó. Bata todos os ingredientes no liquidificador e armazene a mistura em um recipiente fechado, que deve ser mantido dentro da geladeira.

A validade média do sal de ervas é de 2 a 3 semanas. Quanto mais fresca for a mistura, mais sabor e nutrientes acrescentará no seu prato.

E você, quais ervas e temperos naturais gosta de usar nas receitas? Deixe um comentário no post!

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Você sabe como escolher vinho? Entenda um pouco mais!

Seja para um evento formal ou simplesmente uma confraternização em família, a escolha de um bom vinho como acompanhamento costuma ser uma tarefa rodeada de incertezas. Nessa situação, muita gente leva algumas orientações como regras, mas nem sempre elas se aplicam a qualquer garrafa.

Mais do que o sabor, existem outras características importantes que devem ser avaliadas e que podem ajudar muito na hora da decisão. Saiba agora como escolher vinho e não permita que as dúvidas atrapalhem sua próxima degustação!

Como escolher vinho na hora de comprar

Diferentemente do que possa parecer, escolher um vinho não é uma ação tão complicada. Com alguns cuidados e um pouquinho de informação extra, qualquer pessoa pode ter êxito nessa missão. E, para ajudar você, listamos algumas dicas que podem ser determinantes na próxima compra. Confira!

Harmonização

Para combinar vinho com o prato a ser saboreado, você pode apostar na harmonização. O conceito sugere que alimentos mais leves e de sabor suave também pedem vinhos mais leves.

Nesse exemplo, receitas que levam peixe, frutos do mar, massas ao molho branco e aves grelhadas caem muito bem com vinho branco. As massas com molho de tomate podem ser combinadas com vinho rosé para um toque mais refinado.

Por outro lado, os alimentos de sabor marcante e forte costumam combinar melhor com vinhos encorpados. Nesse exemplo, as receitas com carne vermelha pedem vinho tinto jovem ou, na presença de molhos fortes, o líquido já maduro. As sobremesas bem doces se completam com vinhos licorosos e que apresentem maior acidez.

Situação ou evento

Em eventos dedicados ao happy hour e descontração em áreas externas, você pode apostar em vinhos leves e com alto teor de acidez, já que ajudam a abrir o apetite do consumidor. Em um jantar mais elaborado e privado, o melhor é contar com vinhos envelhecidos e estruturados, os quais agregam um sabor marcante ao momento.

Safra

Ao contrário do que você já deve ter ouvido por aí, os vinhos mais velhos nem sempre são os melhores. Saiba que muitos dos brancos, rosés e até mesmo tintos mais básicos apresentam maior qualidade quando servidos ainda jovens. Portanto, nesses casos o ideal é levar produtos de safra recente (3 a 4 anos).

Custo

Esqueça o mito de que somente preço alto é indicativo de qualidade. Assim como acontece com outros produtos, o valor de um vinho pode ser influenciado pela marca, o que nem sempre é vantajoso. Quando for comprar uma garrafa, pesquise diferentes produtos e leve aquele que achar atrativo, sem ficar preso a uma determinada marca.

Em alguns restaurantes você pode contar com a ajuda do sommelier, pedindo a indicação de um produto condizente com o valor que pretende gastar. Nunca tenha vergonha de solicitar uma garrafa mais em conta, já que, com transparência e diálogo, é possível degustar uma bebida de qualidade sem pesar no bolso.

Cuidados gerais na hora da compra

Se puder optar pela compra dos seus vinhos em uma casa especializada, não perca a oportunidade. Esses estabelecimentos costumam tratar melhor a bebida e seus profissionais oferecem informações valiosas para os consumidores. No mercado, prefira comprar vinhos que são mantidos deitados na gôndola, já que assim o líquido fica em contato direto com a rolha.

Ao pegar a garrafa na mão, mantenha-a na posição vertical e observe se o líquido chega próximo da rolha. Se estiver muito abaixo dela, pode ser sinal de que houve vazamento; portanto, troque o produto.

A rolha também indica a qualidade de transporte e armazenagem e deve estar em boas condições, ou seja, sem pedaços de cortiça saltando para fora.

Para evitar levar vinhos alterados, fique atento às seguintes cores: vinhos brancos com tonalidade amarelo forte ou âmbar indicam oxidação e devem ser evitados. Nos tintos de safra recente, o cuidado deve ser principalmente com a tonalidade alaranjada ou acastanhada, já que ela costuma ser uma característica única de produtos já evoluídos.

Lembre que, além de tudo, a escolha do vinho deve levar em conta o gosto pessoal dos convidados. Com tanta diversidade no mercado, vale sempre testar novos sabores para descobrir sensações que somente um bom vinho pode proporcionar.

E você, tem preferência por algum tipo de vinho? Deixe um comentário no post!